terça-feira, 13 de agosto de 2013

Pesseghini, de 13 anos, além de sua vó e tia-avó.
A polícia afirma que só foi notificada do crime após as 18h de segunda-feira. Foram encontrados mortos o casal de PMs, Andréia e Marcelo, junto do filho, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, além de sua vó e tia-avó, em Brasilândia, zona norte de São Paulo. A polícia acredita que o garoto tenha matado os parentes, dirigido com o carro dos pais até a escola e ficado dentro do carro durante a madrugada, ido para a aula de manhã, voltado para casa de carona com o pai de um amigo e então se suicidado.
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Para as polícias Civil e Militar, o autor do crime foi o filho do casal. Porém, coronel do 18º batalhão, Wagner Dimas, não acredita que o garoto assassinou a família e depois se suicidou. “Estive no local do crime, participei das investigações. Fui uma das primeiras viaturas a chegar ao local, não fiquei convencido de que o menino matou a família”, conta o coronel. Ele ainda afirmou nesta quarta-feira (7), que Andreia Pesseghini denunciou colegas supostamente envolvidos em roubos de caixas eletrônicos. “É uma sequência, quando nós temos um grupo que pode ser nocivo ao meio, buscamos alguns detalhes. (…) Ela confirmou alguns detalhes”, disse o coronel, em entrevista à Rádio Bandeirantes. Ele ainda relatou que a cabo teve participação voluntária na investigação e nunca disse ter sofrido ameaças.
“Ela não fez precisamente assim, apontando ‘esse, esse e esse’ estão com problemas, mas, no contexto que nós estávamos denotando, ela confirmou alguns detalhes. A investigação não chegou a uma conclusão. Houve transferência, alteração de rotina com escala de serviço para alguns policiais”, conta.
Já para o delegado Itagiba Franco, titular do Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, responsável pela investigação do crime, “não há dúvidas no caso”: a polícia afirma estar convencida de que Marcelo Pesseghini matou a família e se suicidou em seguida.
A vizinha da família ainda conta que sabia que Andreia estava investigando “alguma coisa errada na Freguesia do Ó”, e ainda segundo seu relato, ela foi encontrada de joelhos porque estava implorando para não atirarem.
A polícia continua a investigar o caso e examina o computador utilizado pelo adolescente em busca de novas informações.

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